
ELE – Uh, uh!
ELA – És tu?... Estás aí? És mesmo tu?
ELE – Sou, pois!
ELA – És mesmo o Amor?
ELE – Sou o amor sem medo.
ELA – Que bom! E aonde estas, Amor?... Vem já ter comigo!
ELE – Não tenhas pressa! Ainda é cedo para ir ter contigo.
ELA – Claro que tenho pressa! Sou jovem!
ELE – Mais uma razão para não teres. Tens a vida diante de ti.
ELA – Tenho fome e sede de ti! Vem depressa!
(…)
ELA – Não tens medo de nada?
ELE – Não!
ELA – Nem do mar?
ELE – Não!
ELA – Nem do amor…?
ELE – Não!
ELA – Nem de mim…?
ELE – Agora já não!
ELA – Então por que é que não vens ter comigo?
ELE – Porque tenho medo de me encontrar contigo. (Corrigindo-se: ) Quer dizer: não é bem medo que eu não tenho medo de nada…
ELA – Então o que é?
ELE – É Amor.
ELA – o Amor não tem medo.
ELE – Ai não que não tem!
Teresa Rita Lopes, andando, andando...
ELA – És tu?... Estás aí? És mesmo tu?
ELE – Sou, pois!
ELA – És mesmo o Amor?
ELE – Sou o amor sem medo.
ELA – Que bom! E aonde estas, Amor?... Vem já ter comigo!
ELE – Não tenhas pressa! Ainda é cedo para ir ter contigo.
ELA – Claro que tenho pressa! Sou jovem!
ELE – Mais uma razão para não teres. Tens a vida diante de ti.
ELA – Tenho fome e sede de ti! Vem depressa!
(…)
ELA – Não tens medo de nada?
ELE – Não!
ELA – Nem do mar?
ELE – Não!
ELA – Nem do amor…?
ELE – Não!
ELA – Nem de mim…?
ELE – Agora já não!
ELA – Então por que é que não vens ter comigo?
ELE – Porque tenho medo de me encontrar contigo. (Corrigindo-se: ) Quer dizer: não é bem medo que eu não tenho medo de nada…
ELA – Então o que é?
ELE – É Amor.
ELA – o Amor não tem medo.
ELE – Ai não que não tem!
Teresa Rita Lopes, andando, andando...















